
Caminhão eletrico JAC E-JT3,5. Foto: Jac Motors
A JAC Motors lançou no Brasil o caminhão elétrico E-J T3,5, um veículo compacto voltado ao transporte urbano, homologado como VUC e que pode ser conduzido por motoristas com CNH categoria B. O modelo tem preço sugerido de R$ 299.900 e capacidade para transportar até 1.695 kg de carga em um PBT de 3.495 kg, com possibilidade de instalação de baús de 8 a 15 m³.
Equipa motor elétrico de 150 cv com torque de 30,6 mkgf, alimentado por bateria CATL de 64 kWh, que proporciona autonomia de até 230 km por carga. Oferece dois modos de condução, Eco e Normal, ideal para uso urbano e rotas curtas.
Com consumo médio de cerca de 28 kWh a cada 100 km — custo estimado em R$ 20 por 100 km (equivalente a R$ 2 por litro de diesel) — um operador que roda 150 km por dia pode economizar até R$ 1.500 mensais em combustível, ou cerca de R$ 18.000 por ano. Além disso, a manutenção é simplificada, já que o veículo não possui câmbio, embreagem ou escapamento, resultando em custo até seis vezes menor em relação a caminhões a diesel.
O E‑J T3,5 contribui também para a redução de emissões: cada unidade evita aproximadamente 10 toneladas de CO₂ por ano, o que pode beneficiar empresas com metas ESG e logística verde.
Quanto ao conforto, o modelo oferece direção elétrica, ar‑condicionado, central multimídia com tela LCD, volante multifuncional ajustável, vidros, travas e retrovisores elétricos, além de câmera de ré, sensor de estacionamento traseiro, monitoramento de pressão dos pneus, controle de tração (ASR), assistente de subida (HSA), airbag duplo e luzes diurnas em LED — itens de série sem opcionais.
Com dimensões aproximadas de 5,30 m de comprimento, 1,75 m de largura, 1,99 m de altura e entre‑eixos de 3,10 m, o E‑J T3,5 tem peso de ordem de marcha de cerca de 1.800 kg. A tração é traseira 4×2, e o modelo atinge velocidade máxima de 90 km/h.
Em um cenário de alta dos combustíveis, especialmente em centros urbanos, o JAC E‑J T3,5 surge como alternativa viável para operações leves, oferecendo economia de combustível, custo reduzido de manutenção, emissão zero de poluentes e possibilidade de ser conduzido com a CNH mais comum, a categoria B — tornando-se opção estratégica para pequenas empresas, entregadores e frotas urbanas.
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