
Foto ilustrativa sobre o caso. Foto: reprodução
Uma investigação de grande porte chamada Operação Carbono Oculto foi deflagrada pela Receita Federal, Polícia Federal e outros órgãos de controle com o objetivo de desmantelar um esquema sofisticado de fraudes, sonegação fiscal e lavagem de dinheiro que operava no setor de combustíveis. A ação ocorre em vários estados brasileiros e aponta envolvimento de empresas, fintechs e postos de combustíveis em operações ilícitas complexas.
Segundo os dados revelados, o grupo criminoso movimentou cerca de R$ 52 bilhões entre os anos de 2020 e 2024, envolvendo importação de combustíveis, noteiras fiscais suspeitas, postos que declaravam compras fictícias e uso de instituições financeiras digitais para mascarar a origem do dinheiro.
Dentre os métodos investigados estão o uso de fintechs como “bancos paralelos”, fundos de investimento opacos, depósitos em espécie, além de empresas de fachada (‘laranjas’) para ocultar os reais beneficiários do dinheiro.
Outros pontos importantes da operação:
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, descreveu que todo esse esquema se estruturou como uma “refinaria financeira”, em que o setor de combustíveis é usado não só para comercializar produtos, mas também como veículo para ocultação de capital, lavagem de dinheiro e sonegação
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