
Agente da PRF realizando fiscalização. Foto: Reprodução / PRF
Nos últimos meses, caminhoneiros de várias regiões do país têm relatado um aumento expressivo na velocidade com que estão sendo multados por circular com o exame toxicológico vencido. A fiscalização, que já era intensa, ganhou um ritmo ainda mais acelerado com o cruzamento automático de dados, fazendo com que as autuações cheguem praticamente de forma imediata quando o prazo do exame expira.
Motoristas contam que, antes, muitas vezes conseguiam regularizar a situação antes de qualquer penalidade. Agora, porém, basta a data vencer para que o sistema identifique a irregularidade e gere a multa, mesmo que o caminhoneiro ainda não tenha sido parado em uma blitz. Em alguns casos, a notificação chega poucos dias depois do vencimento, sem qualquer abordagem presencial.
A legislação prevê que motoristas das categorias C, D e E mantenham o exame toxicológico dentro do prazo, e o descumprimento pode resultar em multa pesada, pontos na carteira e até suspensão do direito de dirigir. Para quem vive na estrada, essa mudança no ritmo das autuações trouxe preocupação, especialmente para aqueles que dependem de prazos mais flexíveis para conseguir realizar o procedimento, seja pela rotina apertada ou pela distância dos laboratórios credenciados.
Especialistas em trânsito explicam que o sistema está cada vez mais integrado, e o objetivo é aumentar a segurança nas rodovias. Mesmo assim, sindicatos e associações do setor defendem que o governo reveja prazos e ofereça alternativas menos burocráticas, já que muitos caminhoneiros acabam sendo pegos de surpresa, mesmo sem histórico de infrações.
Enquanto isso, a recomendação é simples: acompanhar de perto a data de validade e não deixar para a última hora. Com a fiscalização mais rápida e automática, qualquer descuido tem resultado em multa quase instantânea — e, para quem depende do volante para viver, isso pesa no bolso e na rotina.
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