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PRF remove buzina marítma de carreta e caminhoneiros não perdoam

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PRF remove buzina marítma de carreta e caminhoneiros não perdoam

Depois da polêmica sobre fiscalização em caminhões, veículo da própria PRF foi visto com buzina marítima e depois apareceu sem o equipamento.

O assunto da buzina marítima voltou a render nas redes sociais. Primeiro, a conversa começou porque muitos motoristas passaram a comentar sobre a fiscalização desse tipo de equipamento em caminhões. Depois, um caminhão da própria PRF foi gravado usando uma buzina marítima, o que gerou revolta e muita zoeira entre caminhoneiros. A pergunta que mais apareceu foi simples: se o motorista comum pode ser cobrado, por que um caminhão oficial estaria usando o mesmo tipo de buzina?

A polêmica cresceu porque a buzina marítima é conhecida pelo som forte e diferente da buzina comum. Pela regra do Contran, a buzina ou equipamento parecido precisa respeitar limite de pressão sonora entre 87 e 112 decibéis, e também não pode imitar sons usados por veículos de emergência, polícia, fiscalização, ambulância, animais ou músicas.

Depois da cobrança, caminhão aparece sem a buzina

Agora, o mesmo tema ganhou mais um capítulo. Publicações nas redes mostraram o caminhão da PRF aparentemente sem a buzina marítima, e isso foi o suficiente para o assunto bombar de novo. Para muita gente da estrada, a retirada virou sinal de que a pressão dos motoristas e dos vídeos acabou fazendo barulho.

No trecho, esse tipo de coisa pega rápido porque o caminhoneiro já vive uma rotina pesada. Tem espera em carga e descarga, frete apertado, diesel caro, manutenção puxada e fiscalização em cima. Quando aparece uma situação que parece ter dois pesos e duas medidas, a turma comenta mesmo, porque qualquer multa a mais pesa no bolso de quem já trabalha no limite.

O ponto principal não é defender buzina fora da regra, mas cobrar clareza e tratamento igual. Se o equipamento não pode no caminhão do autônomo ou da transportadora, a cobrança também precisa valer para veículo oficial. É isso que muitos caminhoneiros estão dizendo nas redes: regra boa é regra que vale para todo mundo na estrada.

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    Sobre o autor

    Um amante de veículos pesados devido grande influência do pai. Aos 7 anos de idade o seu maior sonho era ser motorista de transporte coletivo, no entanto, no ano de 2014 ingressou em uma empresa de transporte coletivo, como jovem aprendiz onde juntamente com seu amigo de trabalho fundou o Brasil do Trecho.