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Radares de velocidade viram alvo de furtos e peças eletrônicas chamam atenção de ladrões

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Radares de velocidade viram alvo de furtos e peças eletrônicas chamam atenção de ladrões
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Os radares instalados em ruas e rodovias não chamam atenção apenas dos motoristas. Equipamentos usados na fiscalização de velocidade também podem virar alvo de criminosos interessados nas peças que ficam dentro das estruturas.

Câmeras, placas eletrônicas, cabos, baterias e outros componentes fazem parte do conjunto utilizado para registrar veículos e medir a velocidade. Dependendo do tipo de equipamento instalado, há componentes de maior valor e peças que podem ser retiradas para uma possível revenda ilegal.

O problema não fica apenas no prejuízo provocado pela perda do aparelho. Quando um equipamento é quebrado, aberto ou tem partes furtadas, aquele ponto de fiscalização pode ficar temporariamente sem funcionar até que uma equipe faça a manutenção ou substituição.

Em alguns casos, até os cabos podem despertar interesse. Esse tipo de material já é alvo conhecido de furtos em diferentes estruturas urbanas, principalmente quando há metais com valor comercial envolvidos. No radar, porém, também existem componentes eletrônicos específicos que não têm utilidade simples fora do equipamento.

Para quem passa pelo local, um radar aparentemente danificado não significa que a fiscalização foi definitivamente retirada. O aparelho pode estar aguardando reparo, enquanto outros equipamentos próximos continuam funcionando normalmente.

Também não existe sinal verde para acelerar porque um radar foi quebrado. Os limites de velocidade definidos para a via continuam valendo independentemente da existência ou funcionamento daquele aparelho.

A retirada dessas peças pode ainda virar caso de polícia. O Código Penal brasileiro trata a subtração de coisa alheia como furto. Desde a Lei nº 15.397, de 30 de abril de 2026, a pena prevista para o furto simples passou a ser de 1 a 6 anos de reclusão, além de multa. A classificação e eventual agravamento dependem das circunstâncias de cada ocorrência.

Já destruir, inutilizar ou deteriorar patrimônio alheio pode configurar crime de dano. A legislação prevê tratamento específico quando o bem atingido pertence à União, estados, municípios, autarquias, empresas públicas ou concessionárias de serviços públicos.

Quando um radar é encontrado aberto, quebrado ou com peças faltando, cabe ao órgão responsável verificar os danos, registrar a ocorrência quando necessário e providenciar o reparo para que a fiscalização possa ser retomada.

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  1. Emeğinize sağlık, bilgilendirmeler için teşekkür ederim.

Sobre o autor

Um amante de veículos pesados devido grande influência do pai. Aos 7 anos de idade o seu maior sonho era ser motorista de transporte coletivo, no entanto, no ano de 2014 ingressou em uma empresa de transporte coletivo, como jovem aprendiz onde juntamente com seu amigo de trabalho fundou o Brasil do Trecho.