
Foto: Reprodução da internet
Um paranaense que se mudou para o Japão, conta como é ser caminhoneiro por lá.
Caminhoneiro consegue emprego em uma transportadora no Japão e conta como é seguir a profissão naquele país
Antes, o paranaense Jose Shoiti Nagazawa, de 55 anos, deixou Londrina e foi para o Japão, na cidade de Joso, na província de Ibaraki, em 2018, há 60 km da capital de Tóquio. Em 2019 sua esposa Neiva Maria Costerano Nagazawa, seguiu também, onde ambos trabalhavam em uma padaria.
Porém, Shoiti conseguiu um emprego de caminhoneiro em uma transportadora e está carregando produtos para supermercados na região, em viagens de até 300 km por dia.
No Brasil ele foi caminhoneiro por 13 anos e agora ele pode falar com propriedade como é ser caminhoneiro no Japão, em relação ao Brasil.
Afirma que é mais tranquilo onde está, na cidade japonesa de Joso e que existe mais confiança entre as pessoas. Chega, entrega a Nota e logo em seguida já descarrega. Tudo é muito rápido, conta ele.
A jornada diária no Japão varia conforme o número de entregas, mas nunca ultrapassa 8 horas. No Brasil, alega que tinha que trabalhar muito mais.
Ele dirige um caminhão Isuzu ¾ para 4 toneladas de 7 marchas e diz que o veículo é bem confortável. Comenta também que chega a ganhar o dobro do que ganhava no Brasil, sendo 86,57 dólares, em torno de R$ 460 reais por dia como salário fixo e mais comissões de carga e descarga. A cada 4 hs de trabalho, tem direito a meia hora de descanso. Após seis meses de trabalho com o mesmo empregador, tem férias de 10 dias e esse número vai aumentando todos os anos até chegar ao máximo de 20 dias.
O destemido caminhoneiro, Jose Shoiti Nagazawa conta que transportava frios no Paraná, como agregado de uma empresa e diz que viveu uma época boa na estrada, mas que ultimamente estava pagando para trabalhar.
Sua esposa, Neiva, acrescenta que continua trabalhando na padaria e afirma também que lá esta valendo mais a pena.
Redação – Brasil do Trecho
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