
Foto: ilustrativa | Freepik
A promessa de que o aumento da mistura de etanol anidro na gasolina ajudaria a reduzir o preço do combustível nas bombas não se confirmou. Pelo contrário: motoristas em várias regiões do país relatam que o litro ficou ainda mais caro nas últimas semanas.
O governo havia anunciado que a elevação do percentual de álcool na gasolina poderia reduzir custos de produção e, consequentemente, aliviar o bolso dos consumidores. No entanto, especialistas apontam que fatores como a alta do etanol no mercado interno, reajustes nas distribuidoras e a carga tributária elevada neutralizaram qualquer possibilidade de queda.
Para os caminhoneiros e trabalhadores que dependem do transporte rodoviário, o impacto é sentido de forma mais intensa. “Esperávamos uma economia, mas o que vimos foi o preço subir de novo”, reclamou um motorista em um posto de abastecimento em Minas Gerais.
Analistas explicam que, embora o etanol seja renovável e contribua para diminuir as emissões de poluentes, sua cotação é influenciada pela safra da cana-de-açúcar, pelo dólar e pela demanda interna. Com isso, em momentos de alta no preço do álcool, a mistura maior acaba tornando a gasolina ainda mais cara.
O cenário reacende o debate sobre a política de combustíveis no país, com questionamentos sobre a eficácia de medidas pontuais e pedidos para que haja uma estratégia mais ampla de controle de preços e incentivo à produção de energia limpa sem pesar no orçamento da população.
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