
CNTTL, CNTRC e Abrava aprovam pauta única dos caminhoneiros junto ao governo
O governo federal junto com a ANTT e representantes dos caminhoneiros fechou um acordo que muda direto a forma como o frete funciona no Brasil e já evitou uma possível paralisação nacional.
A principal mudança é que agora o frete irregular é barrado antes mesmo do caminhão sair. Ou seja, se o valor estiver abaixo do piso mínimo, a operação nem consegue ser registrada no sistema.
Isso acontece por causa do CIOT, que virou obrigatório. Sem esse código, o transporte simplesmente não é considerado legal e não pode rodar.
Na prática, isso muda tudo. Antes, a fiscalização acontecia só na estrada, quando o problema já tinha acontecido. Agora, o bloqueio acontece na origem, no momento que o frete é fechado.
Outra mudança importante são as punições. Empresas, contratantes e até intermediários que participarem de fretes fora da lei podem ser responsabilizados, com multas que chegam a milhões de reais e até suspensão para operar.
O acordo veio após pressão da categoria e risco real de greve. Com as novas regras e o avanço nas negociações, os caminhoneiros decidiram não parar, pelo menos por enquanto.
O objetivo agora é garantir que o piso mínimo do frete seja realmente cumprido, algo que a categoria cobra desde 2018 e que até hoje tinha muita dificuldade para funcionar na prática.
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