Senador Cleitinho fica revoltado ao ir ao mercado com R$ 50 e não conseguir comprar arroz, feijão e macarrão

O senador Cleitinho Azevedo, do Republicanos de Minas Gerais, publicou um vídeo dentro de um supermercado para mostrar o que conseguiria levar com R$ 50. O valor foi apresentado por ele como uma referência aproximada ao ganho de um trabalhador por um dia de serviço. Cleitinho colocou na compra um pacote de arroz Tio João de 5 quilos, anunciado por R$ 37,99, um pacote de feijão-carioca de 1 quilo por R$ 6,99 e um pacote de macarrão por R$ 8,29.
Ao juntar os três produtos, a conta chegou a R$ 53,27. Com os R$ 50 usados no vídeo, ainda faltariam R$ 3,27 para passar tudo no caixa.
Três produtos consumiram todo o valor
O arroz sozinho representou quase 76% dos R$ 50 levados ao mercado. Depois da escolha do pacote de 5 quilos, restaram apenas R$ 12,01. O feijão reduziu o saldo para R$ 5,02, quantia insuficiente para pagar o macarrão mostrado na prateleira.
Cleitinho reagiu ao resultado e relacionou a compra ao poder de compra de quem recebe os menores salários. O parlamentar vem usando discursos e publicações nas redes sociais para defender que o custo de vida tenha mais espaço nas discussões políticas. bidos pertencem ao estabelecimento visitado e podem mudar conforme cidade, marca, tamanho da embalagem, promoção e rede de supermercados. A experiência não representa uma média nacional, mas mostra uma compra feita com produtos e valores disponíveis naquele momento.
Valor diário oficial passa de R$ 50
Em 2026, o salário mínimo nacional é de R$ 1.621. O Decreto nº 12.797/2025 fixou o valor diário em R$ 54,04 e o valor por hora em R$ 7,37. Pela referência diária oficial, os três produtos poderiam ser pagos, mas sobrariam somente R$ 0,77. com a diária precisa ser lida como uma referência salarial bruta. O valor de R$ 54,04 é usado em cálculos proporcionais do piso nacional e não representa, automaticamente, quanto cada pessoa recebe livre por dia. A compra consumiria aproximadamente 98,6% dessa quantia.
Dados do IBGE mostram que a alimentação no domicílio caiu 0,39% em junho de 2026. Dentro do mesmo levantamento, porém, o feijão-carioca subiu 8,31% no mês. A diferença mostra por que uma queda média nos alimentos nem sempre aparece da mesma forma em cada produto encontrado nas prateleiras. mas pautas, mantenho este mesmo padrão editorial.
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