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ANTT pode mudar cálculo do frete e caminhoneiros têm até 26 de agosto para participar

2 minutos de leitura
ANTT faz mesa técnica sobre segurança em Serras de rodovias federais
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A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) abriu uma nova etapa que pode mexer diretamente na forma como é calculado o piso mínimo do frete no Brasil. Caminhoneiros, transportadores, empresas e outros interessados podem enviar informações técnicas até 18h do dia 26 de agosto de 2026.

A participação faz parte da Tomada de Subsídios nº 003/2026. O material recebido será usado pela ANTT nos estudos para revisar a Resolução nº 5.867/2020, responsável pelas regras, metodologia e coeficientes usados no cálculo dos pisos mínimos do transporte rodoviário remunerado de cargas.

Na prática, é uma oportunidade para quem está na estrada mostrar à Agência como funciona o custo real de uma operação de transporte. Combustível, pneus, manutenção, seguros, alimentação, hospedagem e quilômetros rodados estão entre as despesas que fazem diferença na conta de quem trabalha com caminhão.

A própria ANTT realizou neste mês outra pesquisa sobre custos do transporte. Nela, foram levantadas informações sobre tipo e ano do veículo, quantidade de eixos, combustível utilizado, rendimento médio, horas trabalhadas, viagens, distância percorrida, manutenção, pneus, alimentação, estadia e seguros.

Piso do frete já foi atualizado em julho

A movimentação acontece pouco depois de uma atualização dos valores do piso mínimo. Em julho, a ANTT revisou os coeficientes considerando a variação acumulada de 3,54% do IPCA e um preço de referência de R$ 6,97 para o diesel S10. Naquela atualização, a metodologia de cálculo foi mantida.

Agora o processo é diferente. A Agência está reunindo informações para avaliar também a metodologia e os coeficientes usados na formação dos valores. Isso não significa que uma mudança já esteja decidida, mas os dados recebidos poderão servir de base para futuras alterações na tabela.

Hoje, o piso considera fatores como o tipo de carga, a configuração do veículo, o número de eixos carregados e as características da operação. A tabela é usada como referência mínima nas contratações de transporte rodoviário remunerado de cargas.

Para participar, o interessado deve acessar o Sistema ParticipANTT e procurar pela Tomada de Subsídios nº 003/2026. A ANTT disponibilizou no processo a documentação e uma planilha para o envio dos dados técnicos. O prazo começou no dia 17 e termina às 18h do dia 26 de agosto, no horário de Brasília.

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  1. Tem que ser igual para todos os eixos não tem carga para caminhões com menos que 40 ton porém tem sim que ter tabela frete mínimo mas igual para todos .Do bitrem para baixo não tem cargas.

  2. Este cálculo do frete, tem q ser por toneladas ou km/rodado para os veículos de carga geral/sólidos, pois tem uma grande parte q fo8 excluído do mercado de trabalho por ter uma carreta 3 eixos, bitrem ou bicaçamba.

Sobre o autor

Nascido em Ceilândia e criado no interior de Goiás, sou especialista em transporte terrestre e formado em Logística. Com ampla experiência no setor, dedico-me a aprimorar processos de transporte e logística, buscando soluções eficientes para o setor.