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Noticia do Trecho

PRF acende alerta para moda do banco rebaixado entre caminhoneiros

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PRF acende alerta para moda do banco rebaixado entre caminhoneiros
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Uma moda que vem aparecendo em caminhões personalizados é deixar o banco do motorista cada vez mais baixo dentro da cabine. Em alguns casos, quem olha de fora quase não consegue enxergar o caminhoneiro atrás do volante.

A alteração pode parecer apenas estética ou uma questão de gosto do motorista, mas existe um detalhe que merece atenção. O Código de Trânsito Brasileiro determina que modificações nas características de fábrica do veículo dependem de autorização prévia do órgão responsável pelo registro.

A Resolução 916 do Contran também trata das modificações feitas nos veículos. O próprio regulamento cita alterações envolvendo o assento e os pontos originais de fixação, que podem exigir inspeção de segurança e emissão do Certificado de Segurança Veicular, o CSV.

Ou seja, apenas abaixar o banco por meio da regulagem original oferecida pela fabricante é diferente de instalar suportes, cortar peças ou mudar os pontos onde o assento foi projetado para ficar.

Outro problema aparece quando o banco fica tão baixo que prejudica a posição do motorista. A visibilidade para frente, o acesso aos comandos e o posicionamento correto do cinto precisam continuar funcionando como previsto no caminhão.

Se a fiscalização constatar uma característica do veículo alterada de forma irregular, o artigo 230 do CTB prevê infração grave, multa e retenção do veículo para regularização.

Para quem gosta do chamado “banco baixo”, o cuidado maior está em saber se a mudança ficou apenas dentro das regulagens originais do caminhão ou se houve uma modificação física no sistema de fixação do assento.

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Sobre o autor

Um amante de veículos pesados devido grande influência do pai. Aos 7 anos de idade o seu maior sonho era ser motorista de transporte coletivo, no entanto, no ano de 2014 ingressou em uma empresa de transporte coletivo, como jovem aprendiz onde juntamente com seu amigo de trabalho fundou o Brasil do Trecho.