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Agronegócio

El Niño pode atingir força histórica em 2026 e causar prejuizo grande aos agricultores

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Destruição do El nino

O El Niño voltou ao centro das atenções de produtores rurais após novas projeções indicarem que o fenômeno pode alcançar uma intensidade comparável aos maiores registros desde 1950. Se esse cenário se confirmar, o comportamento das chuvas deverá mudar em várias regiões do Brasil, influenciando diretamente a produção agrícola, a pecuária e o transporte de cargas.

As primeiras mudanças podem incluir tempestades com chuva intensa, rajadas de vento e granizo em parte do país. Em algumas regiões, o excesso de água dificulta o plantio, compromete a colheita e aumenta a ocorrência de doenças nas lavouras. Em outras, a redução das chuvas pode afetar a disponibilidade de água para a agricultura e para os rebanhos.

Culturas como soja, milho, trigo, café, arroz e hortaliças estão entre as que podem sentir os efeitos das alterações climáticas, dependendo da região e da fase de desenvolvimento das plantas. Na pecuária, pastagens encharcadas ou períodos prolongados de estiagem também podem reduzir a produtividade.

O transporte da safra é outro setor que pode enfrentar dificuldades. Chuvas fortes aumentam a possibilidade de interdições em rodovias, deslizamentos de encostas e atrasos na entrega de grãos, fertilizantes e outros insumos utilizados no agronegócio.

Embora o comportamento definitivo do El Niño ainda dependa da evolução das temperaturas do Oceano Pacífico, produtores já acompanham as previsões para ajustar o planejamento das próximas safras. O monitoramento das condições climáticas tende a ganhar ainda mais importância caso o fenômeno continue se fortalecendo ao longo de 2026.

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    Sobre o autor

    Nascido em Ceilândia e criado no interior de Goiás, sou especialista em transporte terrestre e formado em Logística. Com ampla experiência no setor, dedico-me a aprimorar processos de transporte e logística, buscando soluções eficientes para o setor.