
Foto: Reprodução da internet
A decisão da CNT de acionar o STF em oposição ao MEI -caminhoneiro ajuda ou prejudica o caminhoneiro autônomo?
A CNT sustenta que haverá redução de arrecadação das receitas provenientes das contribuições sociais acreditando que isso interromperá o atendimento do trabalhador em projetos sociais do governo
Acreditamos ser louvável a CNT – Confederação Nacional do Transporte, acreditar que diminuindo a arrecadação federal com relação aos programas sociais do governo, diminuiria a contribuição para patrocínio de novos projetos e por isso, ela interviu junto ao STF – Supremo Tribunal Federal com uma ação na justiça contra o MEI (Micro Empreendedor Individual) – caminhoneiro.
Porém existe o lado de que o MEI – caminhoneiro veio para auxiliar trabalhadores autônomos informais a terem uma empresa, com CNPJ e a possibilidade de emissão de documento fiscal, sendo mais uma possibilidade a ser seguida, apesar de acreditarmos que o valor anual dedicado, ainda é insuficiente, mesmo sabendo que trabalhadores autônomos de outras categorias não têm o mesmo tratamento.
Independentemente da posição em que acreditamos ser o melhor para o caminhoneiro autônomo, o fato é que a CNT acionou o STF contra a lei complementar 188/2021 que altera o Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte que ampliou a aplicação do regime tributário do Simples Nacional.
A CNT acredita que ao dispensar o caminhoneiro autônomo inscrito no MEI, do pagamento das contribuições ao SEST/SENAT – Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte, estaria assim arrecadando menos para a manutenção de programas sociais, alegando que desta forma, estaria renunciando receita, de acordo com o disposto no artigo 113 do ADCT – Ato das Disposições Constitucionais Transitórias e no artigo 14 da Lei de Responsabilidade Fiscal de impacto orçamentário-financeiro.
A CNT mantém a tese de que a redução da arrecadação das receitas das contribuições sociais ao SEST/SENAT afetaria a execução de novos projetos e iria interromper o atendimento de milhares de caminhoneiros autônomos e de seus dependentes.
Ora, mas esses caminhoneiros autônomos formalizados pelo MEI – caminhoneiro eram informais, não tinham sua profissão regulamentada e desta forma, como se pode falar em diminuir arrecadação se eles não contribuíam com nada!
E você caminhoneiro, o que acha? Deixe aqui seus comentários!
Redação – Brasil do Trecho
Esta publicação foi modificada pela última vez em 20 de março de 2022 19:29
A caminhoneira e influenciadora Gaby Franciscon, filha de Sheila Bellaver, passou por um susto forte na madrugada de sábado, dia…
Um erro que muitos caminhoneiros ainda cometem acabou entrando de vez no radar da Polícia Rodoviária Federal. Durante operações realizadas…
Muita gente troca uma lâmpada queimada do farol e acaba esquecendo de verificar se o novo modelo é igual ao…
Muitos motoristas ainda não sabem, mas usar pneus diferentes no mesmo eixo do caminhão ou do carro pode gerar multa…
Dois caminhoneiros acabaram presos após serem flagrados usando dispositivos para esconder as placas dos caminhões durante uma fiscalização em Minas…
Um projeto em análise na Câmara Municipal de Fortaleza pode mudar a forma como vendedores ambulantes atuam dentro dos ônibus…
Este site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação, personalizar conteúdos, analisar acessos e exibir anúncios relevantes. Ao continuar navegando, você concorda com nossa Política de Cookies e Política de Privacidade do Brasil do Trecho
Leia mais
Deixe seu comentário