
Foto: Reprodução / Charles Silva Duarte/Arquivo DC
A Medida Provisória do frete mínimo entrou na reta final no Congresso e agora virou uma verdadeira disputa por mudanças nas regras.
Deputados e senadores estão correndo para apresentar emendas, que são alterações no texto original, tentando ajustar pontos que ainda geram discussão no setor de transporte.
A MP já trouxe mudanças fortes, como multas que podem chegar até R$ 10 milhões para quem pagar frete abaixo do piso e até suspensão do direito de operar em casos mais graves.
Outro ponto importante é o controle mais rígido. Agora, todo frete precisa ter o CIOT, e se o valor estiver abaixo do mínimo, o sistema pode bloquear a operação antes mesmo do caminhão sair.
Com isso, o texto começou a gerar pressão de vários lados. Transportadoras e empresas querem ajustes para não aumentar ainda mais os custos, enquanto caminhoneiros defendem regras mais duras para garantir renda mínima.
A preocupação das empresas é clara: com o diesel alto, qualquer aumento de custo acaba sendo repassado para o frete, o que pode impactar toda a cadeia logística. Em alguns casos, o combustível já representa até metade do valor do frete.
Enquanto isso, o governo tenta manter o equilíbrio, defendendo que a medida traz mais segurança para os caminhoneiros e evita abusos no pagamento.
A MP tem validade inicial de 60 dias e precisa ser aprovada pelo Congresso para virar lei definitiva. Até lá, o texto ainda pode mudar bastante dependendo das emendas que forem aprovadas.
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