
Foto: Reprodução / Internet
ANTT autorizou cobrança em pontos do Paraná e de Goiás, incluindo praças comuns e pórticos eletrônicos no sistema free flow.
A ANTT autorizou o início da cobrança em dez pontos de pedágio no Paraná e em Goiás. A decisão foi tomada na 100ª Reunião Extraordinária da Diretoria e envolve duas concessões rodoviárias federais: o Lote 5, no Paraná, e a Rota Verde Goiás, nas BRs 060 e 452. A autorização também trouxe reajuste de 12,02% nas tarifas, calculado com base no IPCA entre novembro de 2023 e março de 2026.
Para quem vive da estrada, a mudança entra direto na conta da viagem. Caminhoneiro, transportadora e motorista que roda todo dia precisam olhar a rota com mais atenção, porque pedágio novo significa mais custo, mais planejamento e menos margem quando o frete já sai apertado.
No Paraná, a cobrança foi autorizada nas praças de Corbélia, Mamborê e Floresta, administradas pela Via Campo Concessionária de Rodovias. Esses pontos ficam em trechos das BRs 163, 369 e 467, além das PRs 158, 317, 467, 977 e 978. Para veículos de categoria 1, a tarifa será de R$ 18,80 em cada uma das três praças.
Antes de liberar a cobrança, a ANTT informou que fez vistorias técnicas e verificou itens como pavimento, sinalização, faixa de domínio e estrutura para atendimento ao usuário.
Em Goiás, a cobrança será diferente. A Rota Verde Goiás recebeu autorização para usar sete pórticos de livre passagem, o chamado free flow. Nesse modelo, não existe praça física com cancela. O veículo passa pelo pórtico e a cobrança é feita de forma eletrônica. Os pontos ficam em trechos entre Abadia de Goiás e Goiânia, Indiara e Cezarina, Acreúna e Jandaia, Acreúna e Santo Antônio da Barra, Rio Verde e Santa Helena de Goiás, Goiatuba e Bom Jesus de Goiás, além de Bom Jesus de Goiás e Itumbiara.
Para veículo de passeio, as tarifas em Goiás vão de R$ 3,90 a R$ 12,00, dependendo do trecho. Para quem trabalha com transporte, o ponto chave é se organizar antes de pegar a estrada, porque o sistema eletrônico muda a rotina de pagamento e exige atenção para não deixar cobrança passar despercebida.
Segundo a ANTT, a cobrança nas duas concessões deve começar em até dez dias após a publicação dos atos autorizativos. As empresas responsáveis também terão que divulgar as tarifas, descontos e orientações aos usuários antes do início da arrecadação.
Na rotina de quem puxa carga, esse tipo de mudança mexe com tudo: cálculo de rota, custo por viagem, parada, prazo de entrega e negociação do frete. Para o motorista que já enfrenta diesel caro, manutenção pesada e espera em carga e descarga, cada novo ponto de cobrança precisa entrar no papel antes do caminhão sair do pátio.
Esta publicação foi modificada pela última vez em 17 de maio de 2026 07:26
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